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Mapeamento dos governos regionais foi apresentado pelo Estadic 2017

Fonte:Confederação Nacional de Municípios - 10-07-2018

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o Perfil dos Estados Brasileiros (Estadic). O mapeamento mostra que os 27 governos estaduais declararam ter programas de fomento tanto à agricultura familiar quanto à agroindústria; em 26 há programas de incentivos à agricultura orgânica; e em 19 existe programa ou ação de estímulo ao cultivo de hortas comunitárias. Todas realizavam promoção ou apoio a festividades periódicas do setor agropecuário.


De forma inovadora, o Estadic e o Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic) – ambas com dados de 2017 – investigaram a gestão da política agropecuária nas unidades da federação, além dos temas como recursos humanos, habitação, transporte e meio ambiente. Apenas cinco governos estaduais informaram que a totalidade da sua frota de ônibus intermunicipais estava adaptada para uso de pessoas com deficiência.


Conforme aponta o mapeamento, apenas Rio Grande do Norte e Mato Grosso não destinaram recursos financeiros específicos para órgãos estaduais de meio ambiente, em 2017. No geral, os Estados destinaram, em média, 2,0% dos seus orçamentos para área, o maior porcentual foi o do Acre, 11,0%. Do total, em 22 Estados havia programas ou ações contra problemas climáticos para o setor agropecuário. A adequada prevenção contra intempéries climáticas permite minorar seus efeitos e prejuízos.


Já os Planos Estaduais de Habitação estavam presentes em 25Estados e, em 22 delas, incluíam atendimento habitacional das famílias a serem removidas de área de risco ou por necessidade de obra de urbanização.


Administrações


O número de pessoas ocupadas nas administrações direta e indireta estaduais e distrital diminuiu em 5,0% entre 2014 e 2017, passando de 3,2 milhões para 3,0 milhões. O contingente de pessoas ocupadas nas administrações direta e indireta nos Estados e no Distrito Federal correspondia a 2,0% da população com 18 anos ou mais de idade. Os porcentuais por Unidade da Federação variavam de 6,8% no Acre a 1,2% no Maranhão e no Ceará.


A participação feminina na gestão ambiental diminuiu de cinco gestoras em 2013 para apenas duas, em Tocantins e Rio Grande do Sul, em 2017. A idade média dos gestores era de 52,6 anos. Dos 24 gestores com graduação completa, 13 tinham pós-graduação.


Com informações do IBGE

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